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30/10/2005

INTEGRANDO O COMPUTADOR A ATIVIDADES DE SALA DE AULA

Primeiramente estabeleci que os educadores se sentissem à vontade e perdessem o medo diante do computador; se apropriassem dos recursos tecnológicos para desenvolver os seus projetos; e desenvolvessem suas atividades relacionando-as com o Projeto Pedagógico da Escola, que é interdisciplinar e tem como eixo temático “Valorização da Vida, Trabalhando Relações, Eu Outros e Tudo que nos Envolve”.

Fotos: Josete/Formação de Professores

 

A metodologia utilizada foi a de (1) Participar ativamente no Projeto Pedagógico da escola, dando sugestões relacionadas à sua temática; (2) Garantir que as atividades desenvolvidas no Laboratório de Informática tivessem relação com as atividades desenvolvidas em sala de aula; (3) Promover oficinas de formação para professores; (5) Conscientizar e sensibilizar todas as pessoas da U.E. sobre o funcionamento do Laboratório de Informática; (6) Criar um formulário de planejamento para orientar os professores na elaboração dos seus projetos e atividades; (7) Acompanhar e apoiar os professores com os seus alunos no Laboratório de Informática, mostrando as melhores ferramentas e recursos disponíveis; (8) participar de eventos extra classe, apresentando as produções dos alunos; (9) Promover mostra de informática educativa para os pais e comunidade; (10) Promover oficinas de informática para os pais.

 

A avaliação foi contínua, observando a utilização dos recursos apreendidos para o trabalho em sala de aula. Periodicamente, fizemos reflexão com os próprios educadores sobre o desenvolvimento do projeto. Os professores responderam um formulário para promover a auto-avaliação que, segundo Gardner, é um passo para continuar aprendendo.

 

Aula de Inglês

 

Como resultados, os professores estão perdendo o medo do computador, participando com interesse dos horários de formação. Todos os alunos da U.E. freqüentam o Laboratório de Informática. Por outro lado, os professores pediram para conjuntamente elaborarem um modelo de projeto informatizado, tendo o apoio da Equipe Técnica. Por fim, participamos da Mostra de Informática de Escola do Futuro da USP, Jamboree/2001, 2002, 2003, e, em parceria com os alunos do Grêmio e Rádio, criamos o site da escola www.teofiloeduca.hpg.com.br.  Em 2004 criamos o Blog.http://teofiloeduca.blig.ig.com.br e em 2005 criamos o Projeto TeofiloEduc@ na Mata  que está publicado na Comunidade Virtual Meio Ambiente uma Urgência do Portal EducaRede.

 

Formação de professores

 

As dificuldades, é claro, existem, pois nem todos os professores participam dos grupos de formação. Os que participam, nem todos se envolvem e planejam. Além disso, o laboratório de informática é muito pequeno para 40 alunos. Falta manutenção periódica e material. Como POIE, (Professora Orientadora de Informática Educativa) necessito de formação constante, tanto técnica quanto pedagógica, e esta preciso fazer fora do meu horário de trabalho. Além disso, o trabalho Online exige muito tempo e pesquisa.

Para mim, o grande desafio é criar estratégias de articulação para vencer essas dificuldades. E o que me motiva é acreditar que é possível!.


Categoria: Educomunicação e Multimídia
Escrito por Josete às 17h46
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26/10/2005

TENTANDO UM CHAT COM ALUNOS

Primeiramente agendei o Chat ("Bate papo" via computador) na Comunidade Virtual do EducaRede http://www.educarede.org.br

Fiquei um pouco insegura antes de agendar o bate papo porque além de nunca ter feito isso na escola,
não sabia muito bem como utilizar a ferramenta do Portal. Precisei dar uma fuçada antes.

Aí no horário de aula, (substituindo a falta de uma professora, pois não sou professora regente de nehuma sala), pedi para os alunos acessarem o Portal. Eles foram direto para o bate papo agendado. Foi ótimo! Havia uma temática inicial, mas no fim os alunos queriam mesmo era conversar sobre eles e saber quem era quem uma vez que colocaram apelidos para entrar na sala. Sobre esta parte, numa próxima ocasiaão vou organizar melhor. O tempo todo fiquei mais como observadora do que como mediadora. Tentando direcioná-los para o tema proposto, mas eles estavam eufóricos, (acho que por ser a primeira experiência na escola), que, acabei entrando na onda deles! Mesmo assim, fiz algumas intervenções de vez em quando.

 

Chegou o final da aula e os alunos não queriam largar o teclado. Me disseram que eu poderia repetir
esta atividade outras vezes. Pessoalmente gostei muito da experiência. Acredito que se os alunos soubessem com antecedência o assunto a ser discutido o valor pedagógico do chat  teria sido melhor aproveitado.

 


Categoria: Educação a Distância
Escrito por Josete às 23h15
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16/10/2005

O LADO NEGATIVO DO COMPUTADOR NA SALA DE AULA

Existe uma comunidade no Orkut sobre Informática Educativa. Há um questionamento sobre o lado negativo do computador na sala de aula. Fundamentada na minha própria prática enquanto Professora Orientadora de Informática Educativa descrevo o que penso:

Entendo que o computador na sala de aula é um equipamento com ferramentas e recursos tecnológicos que podem contribuir para construção de conhecimento em qualquer área. No entanto, a chegada dos computadores na sala de aula, está se ampliando a cada dia e a maioria dos educadores não estão preparados para integrar a tecnologia ao processo ensino-aprendizagem.

É preciso que os educadores em seus ambientes de apredizagem organizem suas aulas com objetivos claros para utilização da Informática. Não adianta ter computador na escola, conectado à Internet se os alunos apenas acessarem para clicar e apertar botões. É preciso ter metodologia. Senão a aula continuará sendo a mesma do livro didático que muda a página a cada click ou da lousa giz e apagador quando você expõe uma apresentação multimídia. É preciso haver no ambiente escola toda uma "cultura de uso das tecnologias". É preciso haver planejamento e organização do uso desses recursos, é preciso que haja rompimento de barreiras, como: medo, descompromisso, desatualização, resistência ao novo, individualismo, dono do saber. E mais, é preciso ficar atento às mudanças, as novas tecnologias, que diariamente mudam, ao jeito de ensinar, aos anseios dos jovens, à interdisciplinaridade.

Acredito que com a Informática na escola, tanto alunos como professores podem ser autores de suas produções se souberem transformar a informação recebida em conhecimento. O computador pode ser um grande aliado na sala de aula. Só vai tirar o lugar dos educadores se não soubermos por quê? Para quê e como utilizá-lo?


Categoria: Educomunicação e Multimídia
Escrito por Josete às 18h57
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MAPAS CONCEITUAIS

Pesquisando sobre o valor pedagógico dos Mapas Conceituais descobri que eles contribuem para a aprendizagem significativa e colaborativa à medida que os aprendizes relacionam conceitos atuais aos já conhecidos, possibilitando assim, integração de conhecimentos. (Vygotski).

Além disso, através dos links apoiados na Internet e da estrutura em que os mapas são desenhados, por meio de linhas coloridas, imagens e sinais, os estudantes, educadores e até gestores empresariais têm uma visão mais clara e ampla sobre um determinado assunto.

A utilização dos Mapas Conceituais na pesquisa permite que o caminho percorrido fique registrado de maneira clara, sistematizada, organizada, compartilhada, partindo dos assuntos mais complexos para os mais específicos.

Aos educadores os Mapas auxiliam especialmente na avaliação, permitindo ver o processo percorrido pelos estudantes no que diz respeito compreensão e as relações feitas entre os temas, fatos e conceitos. Os Mapas conceituais trazem uma abordagem altamente construtivista.

 

 Ana Carolina Theodoro, Josete Maria Zimmer, Lorena de Lima Fidelis e Roberta Graciene Bernardes

Alunas do curso de EAD da FEUSP:Fonte de pesquisa: http://www.nea.fe.usp.br/site/Webteca

Software

Sites para download

Nestor Web Cartographer

 

http://www.gate.cnrs.fr/~zeiliger/nestor/nestor.htm

 

Cmap tools

http://www.uwf.com

 

Categoria: Educação a Distância
Escrito por Josete às 16h35
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BREVE DEPOIMENTO A RESPEITO DE INFORMÁTICA EDUCATIVA E CURRÍCULO

Como essa questão está diretamentente relacionada a minha prática atual, não posso deixar de dizer o que penso:

Durante 17 anos fui professora de Educação Física e mal sabia ligar o computador.

Aprendi a digitar o meu planejamento por uma exigência da escola particular.

 

A partir daí (1993), percebi o quanto o computador facilitava na organização de campeonatos, na elaboração de listas, planilhas e apresentações para implementar minhas aulas e treinos.

 

Em 1996 fui designada para função de Professora Orientadora de Informática Educativa (POIE) na Prefeitura de São Paulo. O maior desafio foi o de aprender e ensinar aos meus pares a utilizar o computador como instrumento auxiliar no processo ensino-aprendizagem. Me apoiei em José Armando Valente que diz que "o computador pode ser parte integrante do processo ensino aprendizagem de qualquer área do conhecimento". Confesso que tive muito medo do novo e também de dizer que não sabia. Demorou para eu assumir que na tecnologia se aprende na prática, na pesquisa, no interesse, no envolvimento e encantamento. Descobri que sem encantamento e paixão não há equipamento tecnológico que mude a visão dos professores e nem a dinâmica da sala de aula. 

 

Encantei-me com o computador quando descobri que seria possível trabalhar com os alunos e professores por meio de projetos. Acredito que essa é a saída para que a Informática seja utilizada de forma eficaz e eficiente. Não acho que tem que ser uma disciplina. A informática já faz parte do cotidiano das pessoas e já está em todos os lugares. Quem gosta, aprende sem precisar fazer curso. E na Educação, a informática é um meio e não um fim em si mesma. 

 

Concordo com os colegas que dizem que poderia haver espaços de formação nas escolas para os professores aprenderem lidar com a Informática, preparar as aulas, trocar experiências e discutir o impacto das Tecnologias da Informação e Comunicação na escola.

Pois um professor com 40 horas aulas ou mais, não tem tempo e nem disposição para pesquisar e inovar com as tecnologias. Se for um apaixonado, até consegue, mas garanto que sua qualidade de vida ficará prejudicada.

 

Por oito anos de experiência com projetos mediados pelo computador, posso garantir que a Informática é poderosa ferramenta que facilita o processo ensino aprendizagem, tanto no Ensino Regular como no Ensino de Jovens e Adultos. No entanto, é preciso formação de professores para sua utilização. E acredito que é possível fazer essa formação na própria escola através de oficinas e até mesmo no acompanhamento dos alunos ao Laboratório de Informática desenvolvendo uma atividade planejada com antecedência.

 

O tempo para planejar e replanejar é indispensável, porque com tecnologias gasta-se muito mais em planejamento e pesquisa. Poucos dos nossos dirigentes entendem esta demanda. E aqueles educadores que estão investindo nesta prática estão trabalhando o dobro.

  [ 3 comentários aprovados]

 


Categoria: Educomunicação e Multimídia
Escrito por Josete às 15h56
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COMUNIDADES VIRTUAIS

Ambientes colaborativos e trabalho em rede

Se você se interessa por comunidades virtuais, leia este artigo, publicado 

por Carlos Seabra no "Redemoinhos" (boletim informativo da Cidade do Conhecimento/USP)

 


Categoria: Educação a Distância
Escrito por Josete às 14h43
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15/10/2005

"COMO SURGIU O DIA DO PROFESSOR"

Autor: Vicente Martins

Buscar na Web "Vicente Martins"

Belas frases como: “ O professor é aquele que faz brotar duas idéias onde antes só havia uma”, de Elbert Hubbard ou “Um professor que tenta ensinar sem inspirar em seus alunos a vontade de aprender, fala para o vazio”, de Horace Mann, já podem ser lidas nos murais das escolas. O ambiente é, em geral, coroado de discursos de improviso, flores, refrigerantes, salgadinhos, passeios e, por que não lembrar o ponto alto da festa, o merecido feriado escolar? São muitos os regalos e os mimos dirigidos aos docentes durante as comemorações ao Dia do Professor. São eles que, após quatro anos de estudos universitários, tomam para si a missão de ensinar não só letras e números, mas ensinar, para seus educandos, a soletrar a paz entre os povos, o valor substantivo da esperança, solidariedade e coragem. Mas qual o real significado ou origem do dia 15 de outubro?

Passo a passo:

1. Tudo começou com um decreto imperial, de 15 de outubro de 1827, que trata da primeira Lei Geral relativa ao Ensino Elementar. Este decreto, outorgado por Dom Pedro I, veio a se tornar um marco na educação imperial, de tal modo que passou a ser a principal referência para os docentes do primário e ginásio nas províncias. A Lei tratou dos mais diversos assuntos como descentralização do ensino, remuneração dos professores e mestras, ensino mútuo, currículo mínimo, admissão de professores e escolas das meninas.

2. A primeira contribuição da Lei de 15 de outubro de 1827 foi a de determinar, no seu artigo 1º, que as Escolas de Primeiras Letras (hoje, ensino fundamental) deveriam ensinar, para os meninos, a leitura, a escrita, as quatro operações de cálculo e as noções mais gerais de geometria prática. Às meninas, sem qualquer embasamento pedagógico, estavam excluídas as noções de geometria. Aprenderiam, sim, as prendas (costurar, bordar, cozinhar etc) para a economia doméstica...


Categoria: Citação
Escrito por Josete às 23h56
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08/10/2005

TEOFILOEDUC@ e TEOFILOEDUC@ NA MATA

O Projeto TEOFILOEDUC@ é o resultado de uma parceria da Informática Educativa com os alunos da Rádio e Grêmio da escola, iniciada em 2003.

Na escola já existe um trabalho pedagógico por meio de projetos desde 2002, e as professoras Orientadoras de Informática Educativa garantem que o trabalho desenvolvido pelos alunos no laboratório de Informática seja relacionado com o Projeto Pedagógico e com as atividades desenvolvidas em sala de aula.

 

Para este ano de 2005, o coletivo da escola decidiu trabalhar com a temática “VALORIZAÇÃO DA VIDA, TRABALHANDO RELAÇÕES, EU OUTROS E TUDO QUE NOS ENVOLVE”.

 

Entendemos que as Tecnologias da Informação e Comunicação fazem parte do cotidiano da escola, e que, via Interdisciplinaridade, podemos articulá-las em apoio ao projeto Pedagógico.

  

O QUE É TEOFILOEDUC@ NA MATA?

 


 Fotos: Josete/Alunos na Caminhada para a Mata

 

A escola, em parceria com a Comunidade de Amigos do Bairro e o Centro de Educação Ambiental da Previdência, tem um projeto de preservação da Mata Atlântica. Um fragmento remanescente dessa Mata, está localizado no bairro do Parque Ypê, Região do Butantã e faz divisa com cinco municípios: São Paulo, Taboão da Serra, Osasco, Cotia e Embu.

 

Aproveitando esse movimento da escola, criamos o Projeto “TeófiloEduc@ na Mata” por entender que problemas ambientais decorrentes da não preservação das espécies animais e vegetais, são problemas relacionados com a ação humana, dimensões políticas, econômicas, sociais, culturais e institucionais. Segundo a Prof. Drª. Silvana Santos (Bióloga e autora do Projeto Movimento em Prol da Mata Atlântica do Parque Ipê), a escola pode fazer muitas coisas para mudar este contexto.

 

Alunos estudando no topo da mata

A idéia da Silvana foi que divulgássemos esse projeto da Mata Atlântica no Site da escola. Como não podíamos mais hospedar tudo isso no HPG, uma aluna deu a idéia de criar um Blog/Blig. (Blig, por ser no IG, Internet Grátis) Veja o Blig: http://teofiloeduca.blig.ig.com.br

 

 [ 4 comentários aprovados]

 


Categoria: Projetos
Escrito por Josete às 10h14
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WEBQUEST uma metodologia de Ensino pela Internet

REVISTA EDUCAÇÃO DE SETEMBRO 2005 TRAZ ARTIGO SOBRE WEBQUEST

 

http://revistaeducacao.uol.com.br/

 

WebQuest é uma metodologia de ensino com uso de internet.

É uma proposta do norte-americano Bernie Dodge, professor da Universidade Estadual de San Diego (Califórnia, EUA).

Se traduzirmos WebQuest ao pé da letra, o termo significa "Busca na Web".

"É uma forma de resolver problemas criativamente e ensinar os alunos a pensar", explica Bernie.

Carmen Guerreiro escreve... 

Durante palestra ministrada recentemente em São Paulo (SP), Bernie pediu que os professores da platéia elaborassem uma proposta de WebQuest sobre índios. O desafio era descobrir uma forma de propor aos alunos o estudo da cultura indígena a partir de cinco tribos selecionadas. Surgiram diversas propostas, como a criação de propagandas e publicações jornalísticas para os índios (para isso, os alunos precisariam conhecer suas características e necessidades), e o projeto de uma lanchonete numa aldeia (estudantes teriam de pesquisar o que eles comem, suas músicas e construções, por exemplo).

A inquietação de Bernie em relação ao papel do educador na atualidade foi o que motivou a criação da WebQuest. Segundo ele, queria encontrar uma forma de transformar os alunos durante o processo pedagógico, de modo que o professor não fosse mais a figura transmissora de conhecimento na sala de aula. "O objetivo dos professores não é a transmissão, é a transformação, e o papel deles é reunir fontes de conhecimento para os alunos e ajudá-los a usá-las", explica. "Em uma sociedade que muda e fica mais complexa a todo tempo, não podemos depender de memorizar as coisas. Precisamos aprender sozinhos e olhar para tudo com ceticismo."

Em 1995, Bernie criou um curso com o objetivo de ensinar professores a usar a internet de tal modo que seus alunos se envolvessem em tarefas estimulantes e a aposentar, assim, os "velhos modos de pensar". A partir do novo conceito, o sucesso espalhou-se pelo mundo: pesquisa sobre o termo WebQuest no mecanismo de busca Google apontou, no início de agosto, 1,1 milhão de referências na rede. Bernie observa, porém, que a maioria dessas páginas é de WebExercises ("Exercícios da Web"), ou seja, os alunos não vão passar por uma transformação, portanto "não aprenderão"

TENTANDO MONTAR UMA WEB QUEST SOBRE O LIXO:

 Lixão Bandeirantes

Foto: Josete/Aterro Bandeirantes-SP


Categoria: Web 2.0
Escrito por Josete às 09h53
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Mestre em Comunicação Educacional e Multimédia, Especialista em Informática Aplicada à Educação, e Designer Instrucional para Educação On-line. Meus dois grandes desafios na Educação: Utilizar as Tecnologias da Informação e Comunicação de forma crítica e construtiva; Pesquisar Educação à Distância e suas possibilidades para a formação de professores.

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